Antes de mais nada…

Antes de mais nada anuncio que estou de mudança! Isso, mudança de serviço for blog. Apesar de ter, durante algum tempo, laureado o wordpress como um serviço excepcional, tanto para que desejava ter um blog de qualidade e fácil manejo, como para os mais íntimos dos códigos e firulas de programação, fiquei decepcionado ao tentar modificar a programação do blog e não conseguir. E vou conseguir, mas tenho que decidir entre duas possibilidades: a primeira pagando ao wordpress uma pequenas taxa de $ 0,04/dia (cifra que não consegui descobrir ser referente a francos, libra, dólar ou euro); ou a segunda, e já decidida opção a ser executada, mudar para um outro serviço BBB (bom, bonito e barato).

Já, já eu volto com as novidades.

1º, 2º, 3º… I

Escuto, vez ou outra, pessoas que falam que “são de lua”. Isso significa, caso alguém não conheça a expressão, que estas pessoas passam por mudanças bruscas de tempos em tempos. Sejam mudanças de comportamento, de estilo, de hábitos até, o que for possível, será mudado.

Comecei esse assunto por que estou intrigado com uma coisa a qual não consigo modificar. Mandar um blog funcionando. Alias, o contrário. Eu não consigo deixar de abandoná-los. Isso mesmo, eu não consigo manter o conteúdo, os assuntos, os posts, os temas, os blogs.

Mas hoje, mesmo com todo esse tédio virtual, eu resolvi dar o ar da graça. Motivo? Meu primo fez minha inscrição no I Encontro Potiguar de Blogs e Blogueiros. Ele fez porque sabe que minha vida de blogueiro, mesmo sendo essa decadência que é hoje, já foi de acuidade e dinamismo. Que Berners-Lee
backup o Takipariu.

Vou para o evento, primeiro para ter algo que fazer esse fim de semana, e que esse algo não seja ficar na cama com o laptop no colo todo o tempo, tão pouco exercitar meus polegares, em séries de 52 repetições, apertando o botão do controle remoto. Segundo porque acredito que posso contribuir e ser retribuído com algo, quem sabe até motivação forte o suficiente para retomar essa veemência publicatória.

Atchim…

Sexta a noite tem que ter alguma coisa pra fazer. Nem que esta programação seja apenas para encontrar alguém e curtir o ócio, mas tem que ser diferente do resto das noites. A minha sexta-diferente preferia, não preciso esconder, é ter minha garota comigo. Na casa dela, junto com outros amigos, na minha casa ou em qualquer outro canto, mas que com ela. Como no sábado cedinho ela ainda vai está trabalhando, quase nunca é possível termos uma sexta completa, principalmente porque ela sempre troca a minha irresponsabilidade pela responsabilidade dela. Assim nos restam os sábados e domingos.

Eu não estive com ela a noite toda, mas estive com bons amigos. Pedro e Andreza, a convite meu, fizeram parte da caravana faça-alguma-coisa-pra-matar-esse-tédio (inspirado mesmo em Biquíni Cavadão). Tédio que costuma assolar nossas vidas, de apreciadores de boa música e entretenimento cético, devido, principalmente, à falta de opções da cidade. Mas isso é assunto para um outro post.

Chopp, Campari e refrigerante de limão.

Não vou dizer que foi a farra mais animada de minha vida, isso não. Mas não posso deixar de observar e agradecer aos amigos, que a noite foi bem divertida. Rir das pessoas que circulam pode não ser educado, esquecer que a turma da mesa ao lado está também ouvindo a conversa e falar alto não é a melhor forma de espalhar uma notícia, analisar cada detalhe na voz dos cantores pode não ser nosso melhor trabalho, apontar quem era e quem não era em cada uma das mesas pode ser indiscreto, mas todas essas coisas são do tipo Mastercard: Não tem preço.

É esse tipo de situação que me faz pensar em como perde-se tempo sendo o que realmente não precisamos e esquecemos de como tudo pode ser mais fácil. Cada dia que passa tento me conter e praticar em mim uma forma de ser minimalista, simplória.

Vai!

Por que o Atchim ali em cima? Porque eu já não estava muito bem da minha sinusite nos últimos dias e agora, enquanto digito esses caracteres, pareço pior, acredito que por causa do vento frio que estava no bar e dos cubos de gelo que derreti na boca enquanto o garçom não trazia mais uma dose.

Manda ver, Sol

Acordar cedo nunca foi uma ação habitual em meus dias. Lembro-me até dos dias em que eu não dormia em casa, dormia no colégio, nas carteiras, no meio das aulas. Durante toda a madrugada ficava na net, pois tinha, além do vício, a desculpa de que estava trabalhando (meu trabalho durava trinta minutos) e o restante era IRC, ICQ e Web na veia.

Mesmo não acontecendo com freqüência, eu adoro quando esses eventos ocorrem espontaneamente (acordar cedo pelo despertador é um saco). Hoje foi um desses dias. Comecei a bolar na cama depois de ter a minha mão mordida pelo cachorro do vizinho de meu novo apartamento, que não sei onde fica e muito menos entendi porque a imagem residual desse apartamento tinha tanto azul. Um pormenor: isso foi só um sonho. Era quase 5:00h e só depois que acordei pude perceber de onde vinha o cachorro do vizinho – a cachorrada toda aqui da redondeza estava latindo. Sabe-se lá.

Voltando ao acordar cedo (sou mestre em desviar assunto enquanto escrevo), adoro quando acontece, principalmente na segunda metade do ano, que é quando as madrugadas aqui da terrinha (interior do RN) esfriam um pouco. Frio aqui é artigo de luxo e nem mesmo sei se pode ser realmente chamado de frio.

Perceber o dia chegando, ver a imagem na janela sendo colorida, os tons de cada instante etc. O macharal que lê isso aqui vai dizer que sou viado. Fiquem despreocupado: hetero. Mas são coisas que gosto mesmo de vê. Nosso dia é tão corrido, tão urbano, cinzento e repetido que esquecemos de aproveitar essas coisas. Nesse relato, por exemplo, estou com minha janela entre aberta, vendo o movimento dos meus pais para lá e para cá, preparando-se para o dia e ninguém parou, por dois segundos se quer, para olhar para cima e notar o céu limpo, ou para perceber que a amanhã está agradável. Em suma, somos uns cegos.

Perdi a concentração. Fui fisgado pelo cheiro do café da minha mãe. Vou entregar-me.

O Orkut e suas proezas

Eu não tenho que negar que o Orkut mexeu com a vida de muita gente nos últimos poucos anos de sua existência. O relacionamento virtual ganhou uma nova conotação. Eu não consigo entender por que, mas reconheço. Concordo que nas suas primeiras versões ele chamava bastante atenção por causa de suas ‘exclusividade’, pois só entravam os convidados por outro. Essa coisa toda mexia com o ego de cada um, assim como mexeu com o meu, nos primeiros dias.

Mas então logo passa todo o vislumbre – ou melhor: passou. Já havia revirado tudo, já sabia quais as funções e como eu o utilizaria. Era muito amarrado, não podia ‘criar’ nada e na época eu era um poço de criatividade digital, que nesse serviço jaz limitada. Mas isso não aconteceu ou acontece com todo mundo, conheço veteranos e novatos no país do Orkut que apenas não o veneram por não ter sido transformado em religião, ainda.

Como sinto saudades do IRC.

Depois que popularizou o sistema deixou de ser ‘exclusivo’. Começou a ser um serviço para qualquer um com seu cadastro aberto. E então explodiram os recursos extras, os outros serviços que faziam o serviço principal ficar melhor. Melhor? Aquela enxurrada de mensagens em massa, com mensagens coloridas, desenho de texto em altíssima resolução, links e mais links com vírus. Era praticamente um mausoléu de coisas chatas, bonitinhas, mas chatas. Mensagens em massa são impessoais, não são para ninguém, botam a baixo a capacidade de comunicação que cada um tem em si, tudo por causa de todos os nossos aparatos tecnológicos, cada vez mais, ficam inertes, encubados em nossas cacholas. Além, é claro, de nossa grande intenção de ganhar tempo por causa do corre-corre diário, impedindo-nos de querer contato e sim querer agilidade, querer dinheiro.

O que é pra todos, não é pra mim.

Bom se não bastasse toda essa parafernália de bits inúteis agora temos a possibilidade de criar! Ah! Era tudo que eu queria. Bom, era. Mas agora não quero mais. Principalmente como os Orkuteiros estão se saindo com todo esse novo poder nas mãos. Uns imundos. Cada perfil que eu visito e vou deixar uma mensagem eu verifico um monte de firulas pulando nos meus cristais líquidos. Bom, mas isso nem chega a ser um problema, é apenas mais uma chatice. Vai ser problema, sim, vai ser um grande problema quando os bonzinhos começarem a usar essa possibilidade de edição para um plus nas suas ferramentas destruidoras.

E eu fico aqui de longe, só assistindo.

Eu quero mais

Quando acordo sempre penso uma coisa pro meu dia, lembro de algo que tenho que fazer urgente ou relembro o que aconteceu no dia anterior, melhor, na noite anterior. Essa frase aí no título do post foi a coisinha que grudou no meu disco rígido quando abri os olhos.

Senti-me como se algo estivesse faltando, mas não consegui, pelo menos não até essas linhas estarem sendo digitas, descobri que coisa é essa. E quer saber, nem vou correr em busca. Ela se quiser dizer o que significa que venha. Mas mesmo assim eu vou agir dessa forma durante a minha sexta-feira, 17 de agosto: querendo mais!

Assombroso como o treze.

Na verdade o que eu estou fazendo aqui é testando o blog. O blog, o Word que é onde eu sempre gostei de escrever. E agora com essa versão 2007 com recurso de publicação direta, ficou melhor ainda.

Onde estão os blogueiros?

Não, essa pergunta não é minha. Ela é do Lucas, mas eu a trago pra cá por causa de algo que sempre me chama a atenção: a coincidência – ou seria providência, como diz Merovingian, francês do Reload?

Durante a madrugada de hoje eu discutia com uma amiga sobre blogs, sobre criar e abandonar vários durante a minha carreira e sobre o quanto isso me fazia sentir irritado comigo mesmo. Consegui, sem muito esforço uns 65% dos meus velhos posts ainda na internet (e já, já vou guardá-los)

Ae levanto cedo, sob o poder do alarme de meu celular e dou um forte abraço no meu amigo notebook (isso é piada, ta?) e venho revirar o WordPress, pois ainda estou em fase de descobrimento, estou, digamos, debutando junto ao serviço. A pergunta ali em cima era o título de um dos posts quentes do dia.

Coincidência ou providência?

Nunca me senti tão entusiasmado (considerando este assunto: blogs) como estou com esse danado aqui.

Por que?

O título do blog, Scandisk Cerebral, remete a uma ferramenta nativa dos sistemas da famosa Microsoft. Desde o velho DOS 5 a conheço e uso. Hoje nem tanto, mas uso.

Sua função não mudou muito desde o seu princípio, que consiste(ia) em realizar uma varredura (não consigo conter, ainda, o sorriso quando leio ou pronuncio essa palavra)… mas voltando, o principio consiste na verificação das informações contidas nos discos rígidos de nossos PCs a fim de identificar possíveis problemas na estrutura dos dados e, quando aceitável, corrigi-los .

Eu não vou corrigir nada aqui, mas vou varredurar (hahahaha) o disco rígido de minha cabeça e, quem sabe, a de outras pessoas, analisando e apresentando os resultados. O grande objetivo é dissertar, narrar e/ou considerar sobre atitudes, pensamento, sonhos, idéias, etc minhas. Mas nada impede que eu tire um tempinho para falar de acidentes de aviões, presidentes de republicas se apresentando como pinguceiros, ladrões de luxo e barangas photoshopadas. Ah! Claro, de gente comum também.

Boa sorte, para mim e para alguém que, por fortuna, passe aqui.

Hello world!

Welcome to WordPress.com. This is your first post. Edit or delete it and start blogging!

Sonhos

- Cara, hoje fui visitar um cliente e quando o motorista foi me pegar, no carro estava o repórter policial. De repente no rádio: Homem aparece morto na estrada da fazenda Mimo.

O repórter vira e pergunta: - Gabriele?

Eu não hesito: - Vamos! Nosso maior compromisso é com a informação.

- Vou te contar, a esposa do homem estava jogada em cima dele, beijando-o, mesmo com todo aquele sangue e pedindo a Deus pra morrer, porque não sabia como ia sustentar os dois filhos do casal. Aí a gente pensa nos quase 200 sonhos acabados no acidente da TAM. Você acredita que eu ainda não consegui pensar em mercado hoje? Minha cabeça só processa aquela cena horrível.

Adaptado de conversa no Live Messenger.

Nomes e locais preservados.

A felicidade de uns…

Foi difícil conter o sorriso. Mas ficou lá, na parte de trás da caixa preta registrado, apesar de demonstrar o meu pesar à situação.

Era sexta-feira, estava com algumas atividades particulares atrasadas. O trabalho ia bem, minhas ferramentas parecem incorporar personagens aterrorizantes dos clássicos Hollywoodianos com sangue de catchup, mas são minhas ferramentas. Um leve tédio, começava a emergir ao estacionar meu carro e pensamentos de como poderia reduzi-lo eram frenéticos naquele instante. Uma observação toma minha atenção: Que calma – pensei. Há algo acontecendo.

- Onde estão meus alunos?

- Não estão na sala?

- Não.

- Onde estão meus alunos?

- Foram liberados.

[...]

Todos moram no mesmo bairro. Cidade pequena, bairro pequeno. Todos se envolvem, realmente. Faleceu o irmão de um dos alunos em acidente de primeira página.

E o sorriso?

Eu gosto de ver


Eu gosto de ver
Upload feito originalmente por Thiago Alex

Sabe aquele dias que você sai de casa louco pra fazer alguma coisa? E sabe que vai te fazer bem? Hoje foi um desses (e tenho estado assim com freqüência). Olha o resultado.