Foi difícil conter o sorriso. Mas ficou lá, na parte de trás da caixa preta registrado, apesar de demonstrar o meu pesar à situação.
Era sexta-feira, estava com algumas atividades particulares atrasadas. O trabalho ia bem, minhas ferramentas parecem incorporar personagens aterrorizantes dos clássicos Hollywoodianos com sangue de catchup, mas são minhas ferramentas. Um leve tédio, começava a emergir ao estacionar meu carro e pensamentos de como poderia reduzi-lo eram frenéticos naquele instante. Uma observação toma minha atenção: Que calma – pensei. Há algo acontecendo.
- Onde estão meus alunos?
- Não estão na sala?
- Não.
- Onde estão meus alunos?
- Foram liberados.
[...]
Todos moram no mesmo bairro. Cidade pequena, bairro pequeno. Todos se envolvem, realmente. Faleceu o irmão de um dos alunos em acidente de primeira página.
E o sorriso?
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